Fundación de la CMB - Corporação Maçônica da Bahia: una realidad Justa y Perfecta


El sábado 07de marzo de 2020 pasará a la historia por la realización de la Asamblea que Oficializó la Fundación de la nueva Potencia Masónica: la COMB - CORPORAÇÃO MAÇÔNICA DA BAHIA, donde se contó con la presencia in situ de importantes dirigentes de Cuerpos de Altos Grados como también de Potencias Simbólicas masónicas.

 Esta nueva Potencia Masónica es resultado de la degeneración, degradación, tiranía, arbitrariedad y retrogradación vivida por miles de Hermanos de largo recorrido y trayectoria masónica, algunos de ellos de contrastado gran prestigio internacional tanto masonológico, historiográfico, ritualístico, filantrópico, que han dicho basta y cuya única salida ha sido la desfederalización e independencia del Grande Oriente do Brasil para así liberarse del yugo y las cadenas impuestas por dicha Obediencia histórica, que curiosamente en su nacimiento en 1822, fue ejemplo de los más elevados valores de la Orden. Esa Libertad, Igualdad y Fraternidad se han ido diluyendo con el paso de los años, generando desfases, ukases, provocando contradicciones internas de profundo calado, indefendibles en el Siglo XXI para quien aboga una sociedad más justa, democrática e igualitaria tanto en el plano humano como colectivo. Esa desatención a los valores más Universales del Ser Humano, esa falta a los comportamientos y acciones conducentes al equilibrio constructivo de Tradición y Modernidad, ha sido el caldo de cultivo del cual ha partido el nacimiento de un esperanzador proyecto, la CMB - Corporação Maçônica da Bahia, que ha contado además con el apoyo total y reconocimiento de innumerables Potencias Europeas, Suramericanas y de los Estados Unidos de América así como de Cuerpos Masónicos de Altos Grados de Ritos diversos.

Nada mejor para ilustrar este sentir, que las sabias y emotivas palabras del Muy Ilustre Hermano Cleber Tomás Vianna, Gran Secretario de Orientación Ritualística de la CMB - Corporação Maçônica da Bahia:

Potência ou Onipotência?

Enquanto homens não tiverem seus direitos respeitados e forem vilipendiadas as suas vontades, tantas quantas necessário potências maçônicas nascerão.

A Maçonaria é Universal e desde quando alguém a configurou como Instituição e se foram criando metodologias, os homens em sua evolução natural, foram observando que ser Maçom não é Dádiva: é um trabalho continuo e que exige muito conhecimento, perspicácia e principalmente, desenvoltura do seu intelecto.

Se submeter aos revezes de Constituições, Leis e Regulamentos, que iguais as profanas, favorecem ou não aos seus associados, a critério pessoal de quem possue, momentaneamente, o poder da caneta, não é o supra sumo da primazia institucional dos Rituais Iniciáticos.

A preservação do direito do iniciado deve prevalecer enquanto sejam reconhecidos os seus conhecimentos básicos  como maçons.

Maçonaria Universal é o nome correto: sem marca, sem dono, sem detentores de Patentes.

 Maçonaria existe por ter em seu seio maçons que, em sendo iniciados, se auto proclamam e são reconhecidos como tal, uma vez recebidas as devidas instruções compatíveis ao seu grau Iniciático.

Dever obediência a Potência X ou Y "é" de opção inicial  do candidato, na maioria das vezes desinformado. No momento de sua iniciação lhe são apresentados os padrões usuais da Instituição que o acolheu, mas àquele, serão ministrados ao longo do tempo ensinamentos que o tirarão das trevas e do desconhecido e, assim, quando capaz de raciocinar por si mesmo, a partir do estudo e abrangência do conhecimento pertinaz ao pesquisador, ele tem o direito e a obrigação de buscar o melhor para si.

As potências acolhedoras dos candidatos, depois neófitos e finalmente, maçons, constrangem os seus membros ameaçando-os com o rigor de uma  lei  que não contempla iniciados e sim, associados. Se aplicados os rigores dos respectivos juramentos e/ou compromissos pronunciados a cada momento específico, sem distinção, quantos restariam?

Desta forma, com a expressa Liberdade de ir e vir, enquanto existir obscuridade, enquanto houver grilhões tiranos, enquanto não se tiver reconhecidos os direitos dos Livres Pensadores, e não sendo ouvidos as suas lídimas reclamações ao direito e a verdade, se vão os bons e quando os bons se vão, melhor será acompanhá-los.

Cleber Tomás Vianna, Mestre Maçom Instalado.

El acto fundacional se llevó a cabo en la Asamblea Masónica desarrollada en la ciudad de Feira de Santana – Bahía donde fueron elegidos los Altos Cargos y Grandes Maestros que serán ratificados en breves días. Citamos especialmente al Gran Maestro Adjunto Jorvan Andrade, al Gran Maestro Instalador Silvio Cardim y al Gran Mestro Alexandre Monteiro, que tomarán la manija de esta ilusionante “Realidad” masónica por el bien de la Orden en General, arropados como ya he comentado, por todo el honesto sentir de los Hermanos ardientes de poder llevar a la práctica los más elevados valores en Paz, Harmonía y Solidaridad, en una verdadera Cadena de Unión coherente y sin contradicciones restrictivas.

Adjuntamos tan solo algunas muestras de apoyo solidario, puesto que exponer todo el volumen de estas no daría abasto espacial para esta feliz noticia:

Caríssimo Irmão Alexandre Monteiro,

Em meu nome, e em nome de inúmeros Irmãos do Grande Oriente de São Paulo, saúdo todos os Irmãos da Ordem Maçônica desse estado, pela criação da Corporação Maçônica da Bahia – CMB.

Tenho ciência de tudo que tem ocorrido e me sinto ainda mais irmanado  por saber que vocês também não se curvaram ao despotismo, típico de tiranias, que não se lastreiam na fraternidade, na boa vontade e, principalmente, na verdade que as urnas comprovam o desejo do povo maçônico!

A história dessa antiga e, hoje, melancólica e rabugenta potência maçônica registra passagens muito semelhantes a esta, sendo mais recente a havida em São Paulo e que culminou com o afastamento do Grande Oriente de São Paulo, após 90 anos federado.
 
Houve outras ocorrências do gênero, sempre por ocasião de eleições manipuladas, onde a vontade do povo eleitor não foi considerada, mas sim as intenções dos detentores do poder central, que, vez por outra, não aceitam os resultados das urnas quando os vencedores não lhe são afetos.

Explica-se, portanto, a incrível redução de sua liderança na maçonaria brasileira, haja vista que onde deveria imperar a verdade dos fatos, a fraternidade e tudo o mais que juramos defender em nossas Iniciações, assistimos, perplexos e frustrados, ações negativas contra as quais aprendemos, por anos a fio, combater.

Sei, por experiência própria, que meses passarão até que essa CMB – Corporação Maçônica da Bahia respire aliviada e comemore, com méritos, a decisão tomada recentemente. Muitos serão os obstáculos interpostos pela velha e intolerante potência, sabidamente acometida por doença degenerativa que, fatalmente, reduzirá sua sanha nefasta neste mundo maçônico.

Estejam certos de que meu apoio e dos Irmãos do Grande Oriente de São Paulo não se resumirá somente a esta mensagem. Contem com todo esse apoio em tudo que pudermos colaborar, para que os Irmãos da CMB alcancem o êxito que merecem.

Vida longa e profícua à CMB – Corporação Maçônica da Bahia!

Fraternalmente,
 Irmão R. Mecca

2º Vice-Presidente PAEL – Grande Oriente de São Paulo – GOSP.








¡Enhorabuena de todo corazón!

Joaquim Villalta, Vª Orden, Gr.·. 9, 33º
Director de la Academia Internacional de la Vª Orden - UMURM
Gran Orador del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador
Miembro de Honor del Grande Oriente Lusitano
Gran Canciller para Europa del Gran Oriente Nacional Colombiano
Soberano Gran Inspector General y Miembro Numerario del "Supremo Consejo del Grado 33º y Último del Rito Escocés Antiguo y Aceptado para Andorra"
Miembro de Honor del Gran Oriente Tradicional de Bolivia
Miembro Honorario del Supremo Consiglio del 33º ed Ultimo Grado del R.S.A.A. per l’Italia e sue Dipendenze
Miembro de Honor de la Gran Logia Tradicional del Paraguay
Muy Poderoso Soberano Gran Comendador del Supremo Consejo del Grado 33º para España del Rito Antiguo y Aceptado (Rite de Cerneau / Thompson-Folger Supreme Council for The United States of America, their Territories and Dependencies)

Florecen 2 nuevas obras acerca del Rito Moderno

Acaba de salir a la venta, dos nuevas obras referenciales para aquellos miembros de la Orden de los Francmasones que están interesados tanto en su historia, como en los aportes que hace en la actualidad al replantearse la visión con la que se ve el mundo actual, desde una filosofía netamente masónica.

La primera obra es "Palabra de Masón" que es una compilación de las investigaciones de Joaquim Villalta, fundamentado en los estudios masonológicos de varios autores, pero fundamentalmente del trabajo de Patrick Négrier, a través del cual da cuenta de los verdaderos orígenes razonados y fundamentados de la Francmasonería Especulativa, despojando a la institución del misticismo que la envuelve en la noche de los tiempos, y aporta una visión clara del por qué y del para qué de la Orden, la misma que aún tiene importantes retos que enfrentar en medio de una sociedad que busca ser más esclarecida.




"Ponencias"es una compilación de todos los trabajos que se expusieron durante el 2º Congreso Internacional de Rito Moderno o Francés, desarrollado en la ciudad de O Porto, Portugal en junio del 2019.
En esta obra, participantes de Grandes Potencias de referencia del rito, de países como España, Francia, Portugal, Suiza, Bélgica y Ecuador, proponen sus perspectivas de la situación actual de la Orden en General, del Rito en Particular, y de la sociedad en la que vivimos. Una obra que invita a leer y a reflexionar.

Las ponencias además, están escritas en 3 idiomas, cuya labor de traducción fue realizada por Hermanos de Brasil, Bélgica y Bolivia.




Dos obras que vale y mucho la pena leer, y releer. ¡A la venta ya en Amazon!

Para adquirirlos, puedes acceder a través de los siguientes enlaces:

Palabra de Masón
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Ponencias: Haz clic en este enlace!

Fuente: Blog "The Magisterium"

Guía de los Masones Escoceses del Rito Antiguo y Aceptado

Guía de los Masones Escoceses del Rito Antiguo y Aceptado

… con el paso del tiempo, elegimos finalmente aquel rito o “sistema ritual” que mejor se adapta a nuestra peculiar naturaleza y sensibilidades, a nuestra visión del Ser humano y del Cosmos, a nuestra ética y convicciones fundamentales, a aquello con lo que queremos o creemos estar comprometidos.

Joaquim Villalta

Ergo, pienso que cuando recién creemos haber adoptado una madurez masónica nos damos cuenta de que al existir diferentes tipos de sistemas o rituales podemos escoger alguno que realmente denote un apego a nuestra forma de pensar. Es así, que en un momento determinado, cuando decidí realizar la práctica del Rito Antiguo, Rito Antiguo o Escocés, luego Rito Antiguo Aceptado, Rito Antiguo y Aceptado y por último hoy Rito Escocés Antiguo y Aceptado; precisamente por esa búsqueda incesante de esas fuentes primitivas, es que nos encontramos con “La Guía de Masones Escoceses del Rito Antiguo y Aceptado”, o en el mejor de los casos “Rito Antiguo” como fuente original de los tres primeros grados de lo que ahora es uno de los ritos más difundidos en el mundo: “Rito Escocés Antiguo y Aceptado”, y que tiene las maneras más variopintas de mostrarse al mundo. Huelga manifestar que de una a otra obediencia difieren en muchas formas.





Todo tiene un porqué


Estamos ante un ritual muy interpretativo por su rareza, donde cada logia puede practicarlo a su manera por una decisión de discreción del Venerable, sin olvidarnos que la masonería es así desde un principio, cada logia practicaba su ritual de acuerdo a sus usos y costumbres o cada ritual o rito tiene su sistema de trabajo que difieren unos con otros por un tema histórico, hasta que aparecieron las regulaciones y las estandarizaciones rituales, y con esto no hay porqué sorprenderse para nada sobre la forma de trabajo de este ritual, dado que con tantos cambios políticos de la época en Francia, es decir al final del siglo XVIII y en los albores del siglo XIX era de esperarse que también la masonería se vea afectada de los conflictos.

¿Y por qué digo esto? - Porque claramente encontramos un ritual que quiso en su momento ser la antípoda del “Regulador del Masón” o su parte contraria, como bien se manifiesta en su presentación quejándose del mismo: … “Los ejemplares son establecidos, en todos los idiomas, para que las logias, en cualquier país que habiten, puedan obtener estos Cuadernos; y se están tomando las medidas para que los ejemplares sean confiables, para el flujo, sólo los masones que han adquirido el más alto grado de estima y consideración, a fin de evitar que la Guía de los Masones de Escocia obtenga una publicidad escandalosa como la de los Cuadernos del Rito francés bajo el título de “El Regulador del Masón”.

Ya lo había mostrado anteriormente en un artículo que traduje de Jean-Laurent Turbet sobre el porqué del rojo en el mandil del R.E.A.A., pero que es necesario releer a Turbet:

“Cuando el Conde de Grasse, Marqués de Tilly, arribó a Francia en 1804, creó el primer Supremo Consejo de Francia de los Soberanos Grandes Inspectores Generales del Rito Escocés Antiguo y Aceptado.

Él participó en 1801 en la creación del primer Supremo Consejo del mundo, en Charleston, Estados Unidos, por Frederick Dalcho y John Mitchell.

Y él había creado en 1802 el Supremo Consejo de las Islas del Viento y bajo el Viento.

Hay que decir que en 1801 el Gran Oriente de Francia adoptó oficialmente como rito el Rito Francés (el que conocemos con el título de Regulador del Masón, organizado alrededor de 1785) y había comenzado a eliminar de sus números las logias que practicaban los antiguos rituales escoceses, considerados extranjeros.

En efecto, varios sistemas de altos grados (grados superiores al 3º grado) compiten entre sí y el GODF tiene la intención de poner orden en ello "viendo sólo una cabeza". De todos modos, quita los rituales escoceses.

Además de las logias madres escocesas que no habían reconocido al GODF en 1773 cuando se creó, numerosas logias de la antigua Gran Logia de Francia, que acababan de fusionarse en 1799 con el GODF, se vieron obligadas a aplicar el Rito Francés y abandonar sus rituales escoceses anteriores, los que practicaban más allá del tercer grado.

Cuando Grasse-Tilly arriba en 1804, para poder acoger estas logias y hermanos, no sólo creará el Supremo Consejo de Francia el 21 de septiembre de 1804, sino que también creará, al día siguiente, el 22 de septiembre de 1804, una Gran Logia General del Rito Antiguo (y aceptado) para poder acoger a los hermanos de los tres primeros grados.



Informe de la primera reunión de los Inspectores Generales en Francia, 17 de octubre de 1804 – Biblioteca del GODF

En efecto, en los Estados Unidos, los hermanos trabajaban en los tres primeros grados con el Rito Americano (Ancient Craft también llamado Rito York), que es un rito nacido de la Gran Logia de los Antiguos. El Rito Escocés Antiguo y Aceptado, por tanto, sólo comienza a partir del cuarto grado en los países anglosajones.

No olvidemos que en 1804 el antagonismo sigue siendo fuerte tanto en Inglaterra como en los Estados Unidos entre la Gran Logia de los Modernos y la Gran Logia de los Antiguos, y que la Unión de estas dos Grandes Logias sólo tiene lugar casi diez años después, en 1813, para formar la Gran Logia Unida de Inglaterra.

Es necesario, pues, crear un ritual para los tres primeros grados, un ritual para esta Gran Logia General Escocesa. Grasse-Tilly va a crearlo inspirándose fuertemente en el ritual de su logia estadounidense*, tomando también algunos elementos existentes en las logias francesas y en las logias escocesas preexistentes.



Es el ritual de los grados simbólicos del Rito Antiguo (futuro REAA) que conocemos a través de la Guía de los Masones Escoceses de 1804. Es el ritual principal del Rito Escocés Antiguo y Aceptado practicado en la Gran Logia de Francia.”

*Vale la pena aclarar que en realidad este ritual no fue creado por Grasse-Tilly, sino que es una copia del ritual de los Antients the Trhee Distinct Knocks de 1760 mezclado con elementos del Regulador del Masón.


¿Por qué se crea la Guía de Masones Escoceses?

EL CONTEXTO MACÓNICO DEL TIEMPO Y LA GÉNESIS DE LA GUÍA DE MASÓN:


(Traducción de una parte del texto de http://hautsgrades.over-blog.com/)

Para comprender bien los acontecimientos masónicos que van a ocurrir, es necesario volver sobre el camino del Gran Oriente de Francia.

Tras la muerte del conde de Clermont el 16 de junio de 1771, el Gran Oriente de Francia se fundó el 26 de junio de 1773. La nueva organización no tarda en firmar una alianza con el Directorio del Rito Escocés Rectificado en 1776 y con la Madre Logia de Escocia de Francia para el Rito Escocés Filosófico. A partir de 1782 se crea la Cámara de Grados, una comisión que comienza la elaboración del Rito del Gran Oriente, que se convertirá en el Rito Francés con 3 grados simbólicos y un capítulo en 5 órdenes.

Pero muchas de estas logias escocesas no lo entendían de esta manera como las logias escocesas de Douai, de Marsella y algunas de París, encabezados por el H. Antoine-Firmin Abraham. Estas logias entraron en resistencia. Una resistencia tal que, el 12 de noviembre de 1802, el GODF emite un decreto declarando irregulares a las Logias que no practican un rito reconocido por ellos. Ahora bien, los únicos ritos reconocidos por el GODF eran los ritos modernos, más concretamente el Rito Francés tal como se define en la obra titulada «El regulador del masón» publicada en 1801. En consecuencia, las logias que practican los ritos antiguos son excomulgados.





Una versión manuscrita del «regulador del masón» de 1787, publicada en el blog Hiram.be

Quizás haya otra razón para este decreto. Una razón más política... Hay que saber que los militares franceses ahogan a las Logias y saben que la paz de Amiens con los ingleses no es más que ilusoria. De ahí la desconfianza hacia lo que viene de Inglaterra. Por lo demás, Napoleón Bonaparte, entonces solamente Primer Cónsul, desconfía de lo que parece venir de Inglaterra y, sin informarse más, hace saber pronto que el «rito escocés y estos altos grados escoceses» no le dicen nada bueno.

Las logias que practicaban el rito escocés eran poco extendidas en esa época, pero incluso las logias escocesas de entonces practicaban una masonería de tipo moderno. Varios documentos lo atestiguan. Así, la obra de 1742 «El secreto de los francmasones», o el manuscrito de 1763, titulado «Ritual del Marqués de Gages».







El Rito escocés en Francia en ese momento se llamaba Rito Escocés Filosófico. El Rito escocés filosófico fue creado en el sur de Francia, en Avignon, e incluso en Marsella, alrededor de 1774. En muchos aspectos se asemeja a los ritos modernos: los dos vigilantes están en el oeste, las palabras sagradas están en el mismo orden que en la masonería de los modernos. No mucho que ver con los antiguos, pero las logias que practicaban los ritos según las antiguas costumbres existían de todos modos y su vivacidad permitió la supervivencia de estos ritos.

Por decir, una logia bordelés llamada «La perfecta Logia de Escocia de San Juan de Jerusalén» y que llevaba el título de «Madre Logia Escocesa» concede en 1749 una patente a varios hermanos para extender los grados escoceses en el nuevo mundo, mientras que la Madre Logia escocesa de Burdeos continuaría su obra en Francia.

Además del atlántico, en 1795 el conde Alexandre François Auguste De Grasse, marqués de Tilly, elaboró un proyecto de «Supremo Consejo para las Indias Occidentales Francesas». El REAA comprende en ese momento 25 grados. Pasará a 32 y 33. El 4 de diciembre de 1802, una carta titulada «El manifiesto» anuncia la creación desde el 31 de mayo de 1801 del Supremo Consejo de Charleston. Este primer Supremo Consejo americano estaba compuesto, tras su cooptación, por John Mitchel, Frédérick Dalcho, Emmanuel De la Motta, Abraham Alexander, Batholomew Bowen, Israêl de Lieben, Isaac Auld, Moses Levy, James Moultrie y Alexandre de Grasse-Tilly. El Rito Escocés Antiguo y Aceptado se convierte oficialmente en un sistema iniciático dirigido por un Supremo Consejo cooptado y organizado según un sistema de 33 grados definido por las grandes constituciones de 1786 dictadas, según convenga, por el Rey Federico II de Prusia. Este primer Supremo Consejo dará a luz al Supremo Consejo de Santo Domingo (la actual Haití) y a otros.

Al enterarse de las actividades del GODF y del Decreto de 12 de noviembre de 1802, Alexandre De Grasse-Tilly vuelve a Francia para implantar su rito. Llega a Burdeos el 4 de julio de 1804 y llega a París a finales de mes. Cabe señalar que el conde ha sufrido algunas dificultades y se encuentra en la ruina. Para sobrevivir tendrá que hacer muchas concesiones, incluso a nivel masónico, lo que explicaría muchas cosas. En cualquier caso, el 22 de septiembre de 1804, con la asistencia de sus hermanos franceses y de numerosos hermanos americanos, fundó el Supremo Consejo de Francia y el 22 de octubre siguiente reunió el Convenio de la «Gran Logia Escocesa del Rito Antiguo Aceptado» Bajo el impulso de Napoleón, también él, la Gran Logia Escocesa del Rito Antiguo Aceptado firma un concordato con el GODF, concordato que no durará más que unos pocos meses, el tiempo para crear una logia efímera, antes de que la escisión vuelva. A finales de 1804, el Supremo Consejo recupera su independencia y 60 Logias simbólicas del GODF lo abandonan y eligen seguirlo en su camino.

Pero este Supremo Consejo debe dotarse de un sistema de grados simbólicos dispensados en las Logias Azules. Así, en respuesta al «Regulador del masón» se redactan y editan los tres primeros grados del rito antiguo. Este texto no es otro que la «Guía de los Masones Escoceses de Rito Antiguo y Aceptado», cuya edición original impresa se divide en 3 cuadernos. Uno por cada vigilante y uno por el Venerable, el más completo de los tres.

Esta obra parece a primera vista haber sido redactada en un período comprendido entre 1804, fecha de fundación del Supremo Consejo de Francia, y 1812. La duda en cuanto a su fecha proviene, por una parte, de su propia fecha, que es «58.·. » y, por otra parte, de su parte que contiene el ritual de mesa y que no menciona a nadie más que a su «majestad y su augusta familia», sin mencionar al soberano en cuestión.

Para eliminar esta duda hay que referirse a otro ritual, el de una logia llamada «La Triple Unidad Escocesa», que data de diciembre de 1804. Este ritual de la Triple Unidad Escocesa es idéntico a la Guía. Su Venerable Maestro era el H. Fondeviolles que fue recibido en el grado 33º por el mismo Alejandro de Grasse-Tilly. Así, la Guía dataría, en efecto, 1804, independientemente de que esta versión de 1804 fuera la original o una copia.

La Guía se inspira en gran medida en la masonería practicada por los antiguos y descrita en la obra «Three Distincts Knocks» fechada en 1760, la gran referencia de los ritos antiguos. Estos ritos antiguos se practicaban en Carolina del Sur, Charleston exactamente.

Por otra parte, la Guía critica violentamente al «Regulador del masón» por la publicidad que se le hace y se opone a la descristianización – Ciertamente temporal a causa de la revolución - realizada por los ritos modernos, aunque, lo veremos más adelante, ha asimilado muchos elementos. También asimiló el rito escocés filosófico que practicaban las Logias escocesas de Francia en el siglo XVIII. La razón de estas asimilaciones es simple, Alejandro de Grasse-Tilly, arruinado, tuvo que hacer muchos compromisos con el sistema establecido para poder comer y vivir de la caridad. La Guía quiere re-cristianizar la masonería. Dice que las tres grandes luces son la escuadra y el compás puestos sobre la Biblia. Además, en la instrucción de aprendiz se menciona que el evangelio fue predicado primero en el Este para difundirse en el Oeste, como dice la instrucción de « Three Distincts Knocks »…




«Recepción de un Aprendiz Masón", grabado sobre papel, 1809. La posición de los dos Vigilantes en el oeste. fuente : GLDF

(Nótese que los candelabros están colocados como está en la descripción del manuscrito de 1810/1821 que se presenta más adelante)

Si el rito francés es muy inglés, el rito escocés es muy francés

Es importante poder recalcar las cuestiones históricas y políticas acaecidas en Francia para poder comprender las fuertes contrariedades que existen entre el “Regulador del masón” y la “Guía de masones escoceses del rito antiguo y aceptado” en cuanto al color del mandil, por ejemplo, las cuestiones como de si la Orden de la Jarretera o la Orden del Espíritu Santo dieron sus colores a las decoraciones de los hermanos que practican los Ritos Modernos inglés y francés, es una nueva Orden bien francesa, que iba a darle su color al Rito Escocés Antiguo y Aceptado.

Esta Orden de Caballería Moderna Francesa e Igualitaria es: la Legión de Honor. Creada el 18 de mayo de 1802 por el Cuerpo Legislativo. Napoleón Bonaparte, entonces Primer Cónsul, firmará los decretos el 29 de mayo. El color de la Orden es el rojo.

Entonces, cuando los hermanos del Supremo Consejo, y sobre todo los de la Gran Logia General Escocesa, tienen que elegir un nuevo color para distinguirse del azul del Rito Francés, que es inglés y del antiguo Régimen, por naturaleza ellos eligieron el rojo de la Nueva Orden, la Orden de la Legión de Honor.







Otra contrariedad es la posición de los vigilantes, que en este caso cambian de lugar con respecto al regulador, no así las columnas, que continúan en la misma posición, pero que al cambiar los vigilantes, las palabras se invierten.

La posición de los aprendices y compañeros es igualmente al contrario del regulador, los aprendices van al sur y los compañeros al norte, como dice en el ritual del grado de aprendiz:

Ven.·. - H.·. M.·. de C.·., conducid al H.·. entre CCol.·.. (Dirigiéndose al neófito) Muy querido hermano, el día de hoy es para vos un día de favor y de gracia. Tomad asiento a la cabeza de la columna sur; ella es la que ocuparás en este grado.

Aunque paradójicamente hay una fusión de rituales, al parecer prevalece más el orgullo estoico de ser contrario.

Podríamos también discutir que, incluso los mandiles de aprendices y compañeros fueron empleados al revés, o sea: el de aprendiz con la solapa hacia abajo y el de compañero con la solapa hacia arriba, como lo muestra el manuscrito regulador del Venerable de 1810/1821.


Aprendiz



Compañero

Ergo, no hay que sorprenderse de nada, ante algo que nos parezca imposible, y que con el transcurso del tiempo fue teniendo muchas más ideas variadas.


La logia y los oficiales

Para poder tener una idea cercana de cómo era la logia en la guía y qué oficiales la integraban, hemos tenido que recurrir no sólo a la lectura exhaustiva del ritual, sino también a documentos (manuscritos) expuestos en blogs como: Haugs grades con «Recueil général des lois constitutionnelles du rite écossais et des différents grades qui composent cet ordre maçonnique (1812)» o trabajos de Pierre Noël sobre el ritual de aprendiz de la logia «La Triple Unité Ecossaise» de 1804, y algunos elementos comparativos con el ritual Bristol y Emulación que muy cortésmente nos hizo llegar nuestro muy querido hermano Víctor Guerra, más el “L’unique et parfait tuileur pour les trente-trois grades de la maçonnerie écossaise (Tuileur D’Abraham 1812)” y “Thuileur de l’ecossisme du rit ancien (1813)”

Personalmente difiero con algunos trabajos de referencia, a los cuales he tenido dar una mirada profunda, porque la Guía verdaderamente requiere de un trato especial, y afortunadamente mi gran hermano Joaquim Villalta hace mucho tiempo ya me había proporcionado un manuscrito que data entre 1810/1821, que corrobora lo que se plantea sobre la disposición de la logia y en especial de los vigilantes y las columnas.



El regulador del Venerable – Manuscrito 1810/1821
La posición de las columnas es igual al Rito Moderno

Tal cual como remarcábamos anteriormente los vigilantes cambian de lugar, no así las columnas, que continúan en la misma posición, pero que al cambiar los vigilantes, las palabras se invierten y se mantienen en el Oeste, haciendo notar que cuando el candidato es introducido o durante los viajes es colocado entre los vigilantes, por eso el ritual dice textualmente:

Ven.·. – Precipitad a este profano en la caverna. (Es quizás aquí donde se confunde esta alegoría simbólica de la caverna con hacer del cuarto de reflexiones más adelante erróneamente como una caverna)

Dos hermanos lo empujan con fuerza, y otros dos lo agarran con sus brazos entrelazados. Se cierra las dos puertas plegables con la fuerza, y se observa por un momento un total silencio.

El H.·. Terrible conduce al candidato entre los VVig.·. y se queda junto a él.

Es válido también hacer notar que la posición del 2do vigilante a la que alude el ritual es al sur y no como los otros rituales de tipo Antiguo que dicen al mediodía, en este caso al estar al sur, estaría en el suroeste para marcar al sol en su meridiano igualmente. Poco a poco fue posicionándose en el lugar que conocemos hoy en día y que tiene más apego con la forma de los antiguos, como vemos en la siguiente figura:


Interior de una logia en 1830 (manuscrito) 1er grado del Rito Escocés Antiguo y Aceptado
Fuente: «Archivos Rusos», GLDF, 2011
(Nótese que las columnas están en la posición de los Antiguos)

Sobre la decoración de la logia, la guía no arroja nada, salvo en el tercer grado. Las referencias que se tienen son en base a manuscritos (dibujos) de la época. Por ejemplo, los manuscritos de 1812/13 sólo dicen que tiene cortinas rojas y tres luminarias (candelabros).

Los oficiales son: El Venerable, el 1er y 2do Vigilante, el 1er y 2do Diácono, que son encargados de trasmitir la palabra de grado tanto en la apertura como en la clausura, el Orador, el Secretario, el Capellán, encargado de pedir al candidato la prueba de caridad en voz baja e informar al venerable en secreto, el Maestro de Ceremonias, el Experto, el Tesorero, el Guarda Sellos y el Tuileur. Salvo las funciones de 1er y 2do Diácono y del Capellán, que son atípicos al rito, no hemos descrito las funciones de los demás oficiales porque son demás conocidos.

La apertura y clausura son relativamente parecidos o iguales, se pregunta sobre las posiciones de los oficiales de la logia como lo hacen los “Antiguos”, con la diferencia de que en el cierre pregunta la edad del aprendiz, que es 3 años como lo conocemos comúnmente y en la apertura es mediodía y la clausura es medianoche.

La logia está consagrada a San Juan de Escocia y el Gran Arquitecto del Universo aparece en la obligación.

El VM lleva sombrero, no especifica que tipo de sombrero, recién se describe en el tercer grado.

Hay cuarto de reflexiones, aunque no especifica los elementos que tiene, es una habitación contigua a la logia, o sea un lugar de preparación.

El Tuileur porta una espada.

Los hermanos portan espadas para la ceremonia de recepción.

Hay un hermano terrible.

Recepción

La ceremonia se llama recepción, no iniciación.

Los dos vigilantes están al occidente al igual que en el regulador del masón, tal como lo explicaos arriba. Las columnas se mantienen igual que en el regulador, la J a la izquierda y la B a la derecha, con la excepción en este caso de que quienes cambian son los vigilantes y las palabras se invierten, así como lo especifica en esta parte del ritual anteriormente expuesto y en este otro caso:

En la obligación

El recipiendario besa tres veces la Biblia.

El H.·. M.·. de C.·. reconduce al candidato entre los VVig.·., o mejor en pasos perdidos.

El recipiendario es introducido, se arrodilla para hacer la oración y luego se le hace ciertas preguntas y se pide su afirmación de su creencia en Dios, luego de responder es conducido al altar, que según el manuscrito de 1812 la misma guía lo describe está al pie de los escalones en el Este para prestar su juramento:

Ven.·.–haced que este aspirante se acerque al altar.

El M.·. de C.·. lo conduce al pie de los escalones del altar.

Se le da de beber de la copa sagrada y luego es conducido entre los vigilantes, otra prueba de que los vigilantes están al oeste

Es llevado nuevamente entre los VVig.·., y lo hacen sentar.

Esta silla es llamada la silla de reflexiones

Luego de esto hay un claro elemento del regulador del masón en hacerle dar los viajes y la explicación de los mismos, pero con un elemento muy Antient qué casualmente es igual al ritual de
Emulación:

Ven.·. – H.·. Terrible, agarrad a este profano, y hacedlo dar su primer viaje. Esforzaos para traerlo de vuelta sin ningún accidente.

El H.·. Terrible lo hace dar su primer viaje y lo trae de vuelta entre los VVig.·..

En este primer viaje, el conductor golpea tres veces en el hombro del 2do Vig.·., Que se levanta y dice: ¿A quién tenéis ahí?

El H.·. Terrible responde:

H.·. T.·. – Es un profano que pide ser recibido masón.

2do Vig.·. - ¿Cómo osa ser recibido?

H.·.T.·.–Porque nació libre y de buena moral.

2do Vig.·. - Puesto que es así, que pase.

Lo coloca de nuevo entre los dos VVig.·..

Una de las particularidades raras de este ritual es que en la recepción, cuando el candidato ve la luz “Un hermano desaliñado se acuesta en el medio, boca abajo, como si estuviera muerto” mientras las luces están tenues, luego se reajusta la venda, es sacado al parvis para que la reingresar pueda ver la gran luz.

No especifica en el ritual los signos, toques ni palabras (que aparecen en el tercer grado), sí tenemos certeza de cómo son ellos por los manuscritos que tenemos a mano (1810, 1812, 1821… y tuileur de la época 1820)

El Venerable comunica los secretos y el Gran Experto los recibe después.

La palabra es B. con doble oo, que es una cuestión de transliteración o traducción según qué biblia leamos, el sentido es el mismo.

No hay palabra de pase como en el Regulador del Masón.

Pero en la revisión de muchos manuscritos y rituales nos encontramos con la falta de uniformidad, en este caso tenemos un ritual del rito antiguo de 1804 con el sello la “Gran Logia General Escocesa de Francia”, en el cual la palabra del grado de aprendiz es J. y tal cual como en el regulador, tiene palabra de pase.


Ritual de 1804




El toque tiene su pequeña variante, se aprieta con la uña en el metacarpo del dedo índice.

Especifica que existen dos ritos en la masonería: el antiguo y el moderno, que descansan sobre las mismas bases y principios, especificando también que se trabaja en el rito antiguo o Escocés, huelga manifestar que es el rito de los Antients en este caso, basado en three distinct knocks y el rito de los Moderns de la Gran Logia de Londres importado a través del Canal de la Mancha a Francia desde 1725.

Los aprendices ocupan su lugar en el sur y los compañeros en el norte, en dirección de los vigilantes:

Ven.·. - H.·. M.·. de C.·., conducid al H.·. entre CCol.·.. (Dirigiéndose al neófito) Muy querido hermano, el día de hoy es para vos un día de favor y de gracia. Tomad asiento a la cabeza de la columna sur; ella es la que ocuparás en este grado.

Se habla de aplausos de uso y también de batería, está claro en este caso que los aplausos de uso son igual que los golpes de grado.

No hay aclamación, en el rito antiguo sí.

Hay saco de proposiciones y tronco de beneficencia en el ritual, esto se deja a criterio o usos y costumbres según la logia.


Grabado llamado «de Gabanon» : «Asamblea de Francs-Masones para la recepción de los Aprendices» (sic), Ca 1760
Fuente: MAB, GLDF

Colofón

Efectivamente no ha sido ni es fácil trabajar sobre el origen o mejor dicho, sobre la uniformidad en el REAA, siendo este un ritual que nace como tal del grado 4 al 33 y que a su llegada a Francia se pretende hacerle un ritual base de los grados llamados “azules”.

Más allá de la conjeturas y discusiones sobre cuál es la primitiva forma de trabajo de este rito tan difundido, que en sí es demasiado complejo, por no decir un dolor de cabeza; nos encontramos ante el primer ritual impreso de los tres primeros grados de lo que hoy llamamos Rito Escocés Antiguo y Aceptado.

El Supremo Consejo para Francia lo acusa de ser contradictorio con los grados del 4 al 33, este elemento se evidencia en el tercer grado.

Hoy en día, cinco Logias en la provincia de París-Grande-Arche y la R:. L:. Fama Fraternitatis n ° 387 en el este de París son los únicos en Francia que lo conservan y practican, a esta práctica se adhiere la Logia Zoilo Flores n º 2 del Gran Oriente Tradicional de Bolivia, que serían el último bastión de la historia de este ritual tan particular.


Eduardo Eid Rodríguez
Sub - Director de la Academia Internacional de la Vº Orden de la U.M.U.R.M.
(Unión Masónica Universal del Rito Moderno)


Fuentes:

Le Guide des Maçons Ecossais - Hauts Grades – Jerome Colin

Gran Logia Nacional Francesa Provincia de París-Grande-Arche Orient de Suresnes Respetable Lodge "Masonic Faith n ° 1017"

Naissance et essor du Rite Écossais Ancien Accepté en France : 1804-1826 Pierre Mollier

Tabliers et cordons bleus, tabliers et cordons rouges. Mais pourquoi donc?: par Jean-Laurent Turbet

Le regulateur du Venerable 1810/1821 – Manuscrito Biblioteca Nacional de España

Collection de pièces SC 33 France: Hoyos 1804 - 1812

Les grades bleus du REAA: Pierre Noel

Bristol, un ritual inglés del siglo XVIII: Saúl Apolinaire - Víctor Guerra

En oro y azur: Joaquim Villalta

L’unique et parfait tuileur pour les trente-trois grades de la maçonnerie écossaise (Tuileur D’Abraham 1812)

Thuileur de l’ecossisme du rit ancien (1813)

Three Distinct Knocks (1760)

Gran Oriente Nacional Colombiano - Gran Oriente Neogranadino

"Gran Oriente Nacional Colombiano"
"Gran Oriente Neogranadino"


Con la finalidad de recuperar el rico legado histórico y masónico de nuestros Valles y Orientes, nuestra Obediencia se renombró a tal efecto como “Gran Oriente Nacional Colombiano” siguiendo el ideario original que dio origen a la Potencia Masónica homónima instalada el 21 de Abril de 1824 que regía masónicamente a la República de la Gran Colombia, cuya capital era Bogotá, con Patentes recibidas a tal efecto por el “Supremo Consejo de los Estados Unidos de América”, con sede en Nueva York, siendo comisionado por la misma para su fundación y del “Supremo Consejo Nacional Colombiano del Grado 33” el Muy Ilustre Hermano Joseph Cerneau.
Tras la fragmentación de la Gran Colombia, dicho legado e ideario fue proseguido por el “Gran Oriente y Supremo Consejo Neogranadino” con sede en Cartagena, fundado el día 19 del 4º mes del año de la Verdadera Luz, 5833, (19 de junio de 1833 E. V.).
La Republica de Colombia para la fecha en que el Gran Oriente de Francia (1851) otorgo la Carta Patente al “Gran Oriente y Supremo Consejo Neogranadino”, tenía el nombre de “República de la Nueva Granada”.

En 1989, el “Gran Oriente y Supremo Consejo Neogranadino” se refundó con el nombre de “Gran Oriente de Colombia”, como Potencia Masónica Soberana e Independiente poseedora de la Regularidad masónica que le da el hecho de su correcta práctica ritual y de ser la heredera natural de la Carta Patente otorgada por el Gran Oriente de Francia el 14 de Agosto de 1851 al “Gran Oriente y Supremo Consejo Neogranadino” con sede en Cartagena.
Así, con el nombre de “Gran Oriente de Colombia” reabre sus trabajos en el año de 1989, con unas nuevas Cartas Patentes para trabajar el “Rito Francés” en sus tres primeros grados, como también en los “Órdenes de Sabiduría o Altos Grados” de este Rito en su Gran Capítulo General, igualmente otorgadas por el “Gran Oriente de Francia”.

A día de hoy, coherentemente con su historia inicial y con su origen primigenio vinculado al “Rito Escocés Antiguo y Aceptado”, se ha incorporado también en su seno el nuevo "Supremo Consejo Nacional Colombiano del Grado 33°", tanto por su legitimidad heredada, como por la concesión de una nueva Patente del "Supremo Consejo del Grado 33° para España del Rito Antiguo y Aceptado", a tal efecto en línea de filiación del Supremo Consejo original de Joseph Cerneau en Nueva York, (Thompson-Folger) "Supreme Council for The United States of America, their Territories and Dependencies", reconocida desde 1816 por el “Gran Consistorio de Ritos”, presidido por el Muy Poderoso Soberano Gran Comendador Germain Hacquet del “Supremo Consejo del Gran Oriente de Francia”.

Como "Gran Oriente Nacional Colombiano", con sede en Cartagena de Indias, nuestra naturaleza masónica regular y legítima nos permite el desarrollo y crecimiento masónico multi ritual, junto con el Rito Francés o Moderno, por el bien de la Orden y de la Humanidad, conservando en propiedad todas las Patentes hasta ahora recibidas como “Gran Oriente de Colombia” con fecha anterior a este renombramiento, y manteniendo en vigor todos los Tratados de Amistad y Reconocimiento firmados desde 1989.
Esta nueva fase supone en primer lugar un mayor enriquecimiento en lo histórico, masónico y ritual, así como una clara diferenciación con posibles cuerpos divergentes que han pretendido confundir y suplantar nuestra incansable trayectoria de trabajo en pos de una Humanidad más Justa, Igualitaria y Solidaria.

Joaquim Villalta, Vª Orden, Gr.·. 9, 33º
Director de la Academia Internacional de la Vª Orden - UMURM
Gran Orador del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador
Miembro de Honor del Grande Oriente Lusitano
Gran Canciller para Europa del Gran Oriente Nacional Colombiano
Soberano Gran Inspector General y Miembro Numerario del "Supremo Consejo del Grado 33º y Último del Rito Escocés Antiguo y Aceptado para Andorra"
Miembro de Honor del Gran Oriente Tradicional de Bolivia
Miembro Honorario del Supremo Consiglio del 33º ed Ultimo Grado del R.S.A.A. per l’Italia e sue Dipendenze
Miembro de Honor de la Gran Logia Tradicional del Paraguay
Muy Poderoso Soberano Gran Comendador del Supremo Consejo del Grado 33º para España del Rito Antiguo y Aceptado (Rite de Cerneau / Thompson-Folger Supreme Council for The United States of America, their Territories and Dependencies)

Joaquim Villalta: Conferencia “El otro legado de Étienne Morin” (23/01/2020)

Conferencia “El otro legado de Étienne
Morin”

Conferencia impartida por el Prof. Joaquim Villalta Mata el 23 de enero de 2020 en la Biblioteca Pública Arús de Barcelona y coordinada por el Instituto Masónico de España.
Joaquim Villlata es Soberano Gran Comendador del Supremo Consejo del Grado 33º para España del Rito Antiguo y Aceptado (Rite de Cerneau), Director de la Academia Internacional de la Vª Orden de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno, Gran Orador del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador, Miembro Numerario del Supremo Consejo del Grado 33º y Último del Rito Escocés Antiguo y Aceptado para Andorra ,así como autor de diversas obras y artículos sobre la Francmasonería y sus Ritos.

Excelente 2º Congreso Académico Internacional de Rito Moderno / Rito Francés Porto 2019

Se llevó a cabo en la ciudad portuguesa de Porto el 2º Congreso Académico Internacional de Rito Moderno – Rito Francés los días 21, 22 y 23 de junio de 2019 con la colaboración logística del Soberano Grande Capítulo de Cavaleiros Rosa-Cruz de Portugal y de la UMURM (Unión Masónica Internacional del Rito Moderno) estando abierto a todas las Potencias Masónicas.

Este evento contó con la calurosa acogida del Anfitrión y Codirector del Congreso el Muy Ilustre Hermano Belmiro de Sousa, Muy Sabio y Perfecto Gran Venerable del Soberano Grande Capítulo de Cavaleiros Rosa-Cruz de Portugal. Dicho evento contaba como Director del Congreso con el Hermano Joaquim Villalta (Presidente de la Academia Internacional de la Vª Orden) y como Director Académico con el Hermano Víctor Guerra (Presidente del Círculo de Estudios del Rito Moderno y Francés “Roëttiers de Montaleau”), quienes se encargaron de declarar abierto el mismo, celebrándose en la Universidad Losófona de Porto.

El congreso contó con unas ponencias de extraordinaria calidad abarcando campos tan diversos, pero a la vez entrelazados, como el histórico, el simbólico, el sociológico y obviamente el reflexivo sobre la evolución y prospectiva del Rito Moderno – Rito Francés cuyos valores permanecen vigentes en pleno Siglo XXI y que debe estar a la altura de una sociedad libre y tendente a una mejora ética, moral, igualitaria y respetuosa con el devenir de la humanidad toda. Asimismo, tuvimos el gusto de disfrutar de unas interpretaciones artísticas musicales, cual interludios de oro puro, a cargo de unas voces líricas de primer nivel, reflejaron una organización cuidada al detalle.

La presencia de Ilustres Hermanos y Hermanas como Jean-Pierre Duhal, Antonio Fonseca, Fabrizio Frigerio, Eric Decanis, Belmiro de Sousa, Rui Alburqueque, Olga Vallejo o Víctor Guerra, entre otras de las más relevantes personalidades referenciales del Rito Francés / Rito Moderno a nivel mundial hicieron que sus exposiciones de altísimo nivel fueran altamente valoradas por unos asistentes que primaron más la calidad que la cantidad puramente numeral.

La Carta de Porto 2019 firmada como colofón a este Congreso de Rito Moderno – Rito francés por miembros de la Vª Orden de distintos países y Potencias Masónicas a la cual se han adherido otros Muy Ilustres Hermanos cuya presencia física no fue posible por diversas causas ajenas a su voluntad, reúne la esencia y el marco procedimental a seguir. Agradecemos muy especialmente la acogida de los anfitriones, el histórico Soberano Grande Capítulo de Cavaleiros Rosa-Cruz de Portugal, de 1804, quien nombró a algunos de nosotros Miembros Honorarios de su Potencia Masónica, lo cual nos provoca una sensación de infinito gozo y sano orgullo, conscientes de que el Rito Moderno – Rito Francés está muy vivo y presente en diversos continentes, comprometido al trabajo para ejercer de Centro de Unión y modelo de Libertad, Igualdad y Fraternidad, puesto que es patrimonio Universal y propiedad de todo el pueblo masónico fiel a los más altos valores de la Orden, por encima de siglas, ucases o burdas actitudes mesiánicas que pretendan autoproclamarse únicas garantes.

Esta rica experiencia masónica y vivencia de crecimiento ético-moral e intelectual, proseguirá en un futuro, generando sinergias imparablemente constructivas, y esperando que llegue ya la fecha de nuestro próximo Congreso Académico Internacional previsto para realizarse lo antes posible muy probablemente en Marsella, Francia.

Puede ampliarse información en:



Joaquim Villalta, Vª Orden, Gr.·. 9.
Director de la Academia Internacional de la Vª Orden - UMURM

Teoría del Conocimiento: recordando al M.·. Il.·. H.·. Antonio Onías Neto

Publicamos nuevamente para nuestros lectores este excelente y pedagógico trabajo del M.·. Il.·. H.·. Antonio Onías Neto, M.·. I.·., Soberano Gran Inspector General de Honor del Supremo Conselho do Rito Moderno - Brasil (ya en el Oriente Eterno) y cuya sabiduría y ejemplo permanece perenne en todos nosotros.

La Filosofía es un propósito del espíritu humano para llegar a una concepción del Universo mediante la auto-reflexión sobre sus funciones valorativas teóricas y prácticas. Es una percepción racional del Universo, es una búsqueda de sus principios y sus causas. Ella visa la moral, el arte, la ciencia, la religión.

Aunque la Religión pretenda el conocimiento total del Universo, su forma de enfoque es bien distinta a la de la Filosofía, aunque la religión pretende este conocimiento por la fe, por la revelación, mientras que la Filosofía lo pretende por la razón.

El estudio filosófico puede ser encarado o dividido por las teorías siguientes:
1) Teoría de la Ciencia - conducta teórica del conocimiento científico.
2) Teoría de los Valores - de la conducta práctica. Los valores éticos, religiosos y estéticos.
3) Teoría de la concepción del Universo.

En lo que nos vamos a interesar es en la Teoría de la Ciencia, que podemos dividir en Formal y Material.

Formal es la Lógica, la corrección formal del pensamiento, la concordancia del consigo mismo, respondería a la pregunta: "¿ES el pensamiento correcto?"
Material es la Teoría del Conocimiento. También llamada Epistemología o Gnoseología. Busca ver la certeza del conocimiento. Responde a la preguntas "¿Existe concordancia del pensamiento con su objeto? ¿Hasta qué punto el Sujeto aprehende el Objeto? ¿ES el pensamiento verdadero?"


La Teoría del Conocimiento sólo aparece de forma autónoma a partir de John Locke, y, podemos decir que llega a su ápice con Kant, con su obra "Crítica de la Razón Pura".

Pero, finalmente, ¿qué es el Conocimiento?

Podemos encararlo por un prisma psicológico, que investiga el proceso psíquico del conocimiento. Si lo observáramos por el método fenomenológico, que estudia el fenómeno del conocimiento, vamos a ver la esencia de ese fenómeno, la relación dual entre el Sujeto cognoscente y el Objeto conocido en sí, y la imagen del Objeto que llega al Sujeto.

Si observáramos el Conocimiento sólo del punto de vista del Sujeto caeremos en el llamado Psicologismo, nos restringimos al fenómeno sólo en cuánto al proceso psicológico.

La imagen del Objeto debe retratar verdaderamente el Objeto. ¿Cual es la concordancia existente entre el Objeto y su imagen? Si nos apegáramos sólo a este prisma tendremos lo que llamaríamos el Logicismo.

Por otro lado se nos restringimos sólo a explicar el fenómeno del conocimiento por el estudio del Objeto, encontrando en él toda la explicación del mismo, caeremos en el Ontologismo, exagerado en la interpretación del ser fuera del Sujeto cognoscente.

Vemos, por lo tanto, que ni la psicología, ni la lógica, ni la ontología explican solos el fenómeno del conocimiento

Éste debe, pues, ser visto por una explicación filosófica; a esta teoría algunos le dieron el nombre de Gnoseología, Epistemología, o aún, Teoría del Conocimiento.

Para hacer su estudio, intentaremos responder a cinco preguntas fundamentales:
1.- ¿Puede el Sujeto aprehender realmente el Objeto? ¿Cual es la posibilidad del Conocimiento?
2.- El hombre siendo un ser intelectual o espiritual y a la vez un ser sensible, de un lado la razón y del otro la experimentación, ¿cual de ellos es la fuente? ¿Cual es el origen del Conocimiento?
3.- Habiendo la relación entre el Sujeto y el Objeto, ¿quien determina la relación, el Sujeto o el Objeto? ¿Cuál es la esencia del conocimiento?
4.- El Sujeto ¿aprehende sólo el Objeto por la razón, por la deducción? ¿La intuición, el conocimiento intuitivo existe? ¿Cuáles son, pues, las formas del Conocimiento?
5.- Y, finalmente, un último problema: ¿hay un Conocimiento verdadero? ¿Como distinguir el Conocimiento falso del verdadero? ¿Cual es el criterio para determinar la separación entre el falso y el verdadero? ¿Cual es el criterio del Conocimiento?

En este trabajo nos restringiremos a discutir la primera pregunta: ¿ES posible el Conocimiento? ¿Existe efectivamente la Posibilidad del Conocimiento? Este tema es importantísimo para las posiciones filosóficas del Rito Moderno, razón por la que nos atendremos a ella.

Varias son las doctrinas existentes.

Veamos primero el DOGMATISMO.

La palabra dogma, en Grecia, comenzó a ser usada como doctrina fijada, como decreto, como opinión acepta.

Actualmente, se emplea el término en el sentido de afirmación sin justificación lógica, fundada en autoridad civil, cultural, científica, militar o religiosa.

El dogmatismo afirma que el Conocimiento es posible, puesto que existe el contacto real entre el Sujeto y el Objeto, y este contacto hace el Conocimiento como exacto, como verdadero. No hay dudas en cuanto la posibilidad del Conocimiento.

La primera posición del hombre, histórica y psicológicamente, es dogmática, es el hombre ingenuo, es el niño. Todo lo que el hombre ve, siente y piensa es verdadero.

El problema estudiado por la Epistemología no existe para el dogmático, y como problema filosófico sólo va a aparecer con los Sofistas.

Como teoría opuesta al dogmatismo tenemos el ESCEPTICISMO, cuando afirma la imposibilidad del Conocimiento, para éste no hay el contacto real entre el Sujeto y el Objeto, el Sujeto no tiene condiciones de aprehender el Objeto.

De este modo, el escéptico defiende que el hombre debe abstenerse de todo el juicio, pues no hay juicio verdadero. Esta posición tiene origen con Pirron de Elis, es el llamado escepticismo radical, general o universal.

Pero el escepticismo absoluto se contradice, pues en el momento en que afirma la imposibilidad del Conocimiento, expresa un juicio, emite un juicio, por tando, dice conocer.

El escepticismo puede ser sin embargo parcial, alcanzando sólo un campo del Conocimiento humano, pudiendo ser ético (cómo el de Montaigne), puede ser teórico, siendo metafísico (como el positivismo de Augusto Comte), religioso (como el agnosticismo de Herbert Spencer), puede ser metódico (como la duda de Descartes).

Es también intitulado de escepticismo académico, la doctrina llamada de probabilismo, predicada por Arcesilao y Carneades, que afirma no ser posible el conocimiento total, verdadero, en cualquier campo del Conocimiento, aunque nunca podemos tener certeza, pero sí que parece ser, que es probable.

Aún, dentro del ámbito del escepticismo, no llegando a sus extremos, están el subjetivismo y el relativismo.

Defiende el subjetivismo, en una posición psicologista, que "el hombre es la medida de todas las cosas". Sólo hay verdades para un sujeto, tanto como individuo como para el sujeto general, el género humano.

Por su parte, afirma el relativismo que nuestro conocimiento sólo es verdadero en relación a nosotros, sólo es posible el Conocimiento dentro de nuestras limitaciones, inclusive las externas, no restringiéndose al psicologismo del subjetivismo. Nuestra posibilidad de conocimiento es relativa a la influencia del medio en que vivimos, del ambiente cultural en que nos encontramos. Un paisaje visto a ojo desnudo o por intermedio de un binóculo son dos verdades diferentes.

El subjetivismo tuvo su primera posición histórica con los Sofistas, y el relativismo como teoría con Pitágoras.

Modernamente vamos a encontrar el relativismo con Osvaldo Spengler.

Una posición moderna de escepticismo la vamos a constatar en el pragmatismo de William James. Para los pragmáticos no es posible haber concordancia entre el sujeto y el objeto, este concepto de verdad es inválido. Sólo es verdadero lo que es útil, lo que es práctico, pues el ser humano es un ser práctico por excelencia, un ser de acción. Sólo es cierto lo que aprovecha a la vida. El pensamiento no existe para conocerse la verdad, y sí para orientar el hombre en su realidad práctica. Efectivamente tal teoría niega la esfera de la lógica, no reconoce la autonomía del pensamiento.

Finalmente, una posición que pretende ser la síntesis entre la tesis dogmática y la antítesis escéptica. Se llama Criticismo.

El Criticismo, de un lado acepta la posibilidad del conocimiento, está convencido de que hay una verdad, por otro lado desconfía de todo conocimiento determinado. Su posición no es dogmática, ni escéptica, pero sí reflexiva y crítica. Estaría entre la temeridad dogmática y la desesperación escéptica.

Esta posición crítica ya la vemos delineada en Platón, en Aristóteles, en los estoicos, más recientemente en Descartes y Leibnitz, más aún en Locke y Hume. Pero aquel que es considerado el verdadero fundador del Criticismo es Emanuel Kant.

El Criticismo es "aquel método de filosofar que consiste en investigar las fuentes de las propias afirmaciones y objeciones, y las razones en que las mismas se basan, método de la esperanza de llegarse la certeza."

Es evidente que cuando se pretende tener una Teoría del Conocimiento, se admite "a priori" la posibilidad de ese conocimiento, por menor que sea. Lo que se pretende cuando se estudia la Teoría del Conocimiento es investigar sus presupuestos, sus condiciones, un examen crítico de los fundamentos del conocimiento humano.

He ahí porqué alcanzando el hombre la edad adulta de la razón no puede aceptar tesis dogmáticas, he ahí porqué el Rito Moderno se afirma como adogmático. Para el Rito Moderno el hombre ya no es el niño de sus inicios históricos, ya no es el hombre primitivo que aceptaba verdades dogmáticas, basadas en el miedo, en la ignorancia, en la autoridad" ex-cathedra".

El hombre es un ser libre para pensar, reflexionar, criticar, como afirma el principio Masónico de la búsqueda incesante de la Verdad.

Artículo publicado en la Edición de marzo/mayo de 1996 , página 9 del Jornal "Egrégora", Año III, nº 12, editado por la ARLS "Miguel Archanjo Tolosa", nº 2131, Grande Oriente do Distrito Federal - GOB


Traducido y revisado por:


Joaquim Villalta, Vª Orden, Gr.·. 9, 33º
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Soberano Gran Inspector General y Miembro Numerario del "Supremo Consejo del Grado 33º y Último del Rito Escocés Antiguo y Aceptado para el Principado de Andorra"
Miembro Honorario del Supremo Consiglio del 33º ed Ultimo Grado del R.S.A.A. per l’Italia e sue Dipendenze
Miembro de Honor de la Gran Logia Tradicional del Paraguay
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